COMEMORAÇÕES DO SEU CENTENÁRIO.
COMEMORAÇÕES DO SEU CENTENÁRIO.
A PEÇA “NOIA” DE MARIA FERNANDA GURGEL NO “PROJETO LEITURAS VIRTUAIS DE SEGUNDA” COORDENADO POR ERNESTO PICCOLO E KIKHA DANTTAS
O ator e diretor ERNESTO PICCOLO e KIKHA DANTTAS, coordenadores do projeto Leituras Virtuais de Segunda, lerão o texto teatral “Noia” de MARIA FERNANDA GURGEL no dia 26 de abril, segunda-feira, às 20:30 h.
O PROJETO LEITURAS VIRTUAIS DE SEGUNDA, começou em janeiro e se estenderá por todo o ano de 2021, sendo realizado de 15 em 15 dias e é aberto ao público. Piccolo e a produtora e atriz Kikha Danttas criaram este projeto sem nenhuma verba. As peças são enviadas para eles que fazem uma seleção. A partir daí, escolhem os atores e realizam ensaio técnico. O resultado é tão perfeito que nem parece uma leitura. Com isso, eles estão dando oportunidades a novos dramaturgos e atores.
“Noia” conta a história de um homem que mistura a ficção literária com a realidade. Quatro personagens estão em um banco de praça onde se desenrola toda a trama. Duarte, um dos personagens que está no banco da praça, ama literatura policial e começa a delirar com os personagens do livro que está lendo confundindo-os com as pessoas que estão na praça. No livro, há um crime e ele comenta que um certo personagem do livro é inocente, começando a suspeitar das pessoas que estão na praça por terem os mesmos nomes e idades dos personagens do romance que está lendo. Ele acaba tendo certeza de que uma das pessoas reais cometeu o crime do livro. A sua alucinação é tão grande que as pessoas reais passam a desconfiar também de que a assassino possa estar na praça. Todos os personagens envolvidos têm um traço de loucura como os personagens do livro. É uma peça que vai do real ao imaginário.
Maria Fernanda Gurgel
Fez cursos intensivos de roteiro de TV para novelas e seriados, com Vitor Oliveira, TV Globo, 14 semanas, e no Telezoom. Além de outro curso de roteiro de novela, com Lais Pimentel – TV Globo. Participou do Laboratório de Roteiros, no Telezoom, Rio de Janeiro, com duração de 04 meses além de vários cursos de dramaturgia para teatro. É autora de quatorze peças teatrais, sendo três montadas. Escreveu e produziu a peça “Sempre Vale a Pena” e em seguida produziram outra peça de sua autoria chamada “Entre Mechas e Reflexos” em 2011 no Teatro Ipanema. Em 2012 em São Paulo fez a adaptação de “A Dama e o Vagabundo” que ficou em cartaz por mais de 7 meses, retornando à capital paulista em 2013. Editou duas peças teatrais, “No Reino de Carimã” e "SOS Vila Verde" pela Editora Litteris.
FICHA TÉCNICA:
Texto: NOIA
Autor: MARIA FERNANDA GURGEL
Coordenação: ERNESTO PICCOLO e KIKHA DANTTAS
Elenco: ERNESTO PICCOLO, KIKHA DANTTAS, MARTINA BLINK, RICARDO KNUPP e LUCIANA GAYOSO.
Suporte Técnico: PATRÍCIA NANTES
Divulgação (projeto): AYALA ROSSANA
Assessoria de Imprensa: MARIA FERNANDA GURGEL
SERVIÇO:
Texto: NOIA
Data: 26 de abril/2021 (segunda-feira) Hora: 20h:30min
Local: SYMPLA/ZOOM
Link: https://www.sympla.com.br/leituras-virtuais-de-segunda---noia__1183473 Classificação etária: 14 anos
Capacidade da sala: 300 pessoas
ENTRADA FRANCA
O projeto “As Sete Vidas de Alva” foi contemplado no Edital Retomada Cultural da Lei Aldir Blanc, e teve que se adaptar por conta da pandemia. Acontecerá no Facebook, com exibição gratuita da peça teatral gravada, uma exposição de fotografias e lives.
O monólogo “As Sete Vidas de Alva” tem atuação de Anja Bittencourt, texto inédito de Sidnei Oliveira, e direção de Ramon Botelho e Sidnei Oliveira.
A exposição “Crônicas da Terceira Idade”, do fotógrafo Luis Teixeira Mendes, ficará disponível ao público em um álbum exposição, também na página do projeto “As Sete Vidas de Alva”, no Facebook.
Além disso, os diretores e atriz participarão de lives, uma delas com a participação da Dra. Denise Lutf Pedra, neurologista, pós-graduada em geriatria e membro da Sociedade Internacional para o Avanço da Pesquisa e Tratamento do Alzheimer.
SINOPSE DA PEÇA “AS SETE VIDAS DE ALVA”:
A peça “As sete vidas de Alva” apresenta as memórias de uma senhora divertidíssima, as viagens que fez, os encontros e desencontros mais significativos da sua vida. Enquanto espera convidados para um dia de chá muito especial, Alva conta histórias fantásticas, quase inacreditáveis, e emocionantes: foi aeromoça, viajou o mundo; casou e a lua de mel foi em Praga; teve um romance com o padeiro Charles; foi recebida na Inglaterra por Elizabeth; no Pantanal fez contato com o divino; pagou uma promessa em Aparecida do Norte; tomou uísque em Woodstock... Ao fim, restam perguntas: quantas vidas se vive numa só? Quanto de verdade e mentira carrega nossa memória? E a certeza de que boas histórias merecem ser ouvidas.
Sidnei Oliveira
O autor Sidnei Oliveira foi ganhador do Prêmio de Melhor Texto no 1º Festival de Humor do Rio de Janeiro em 2008 com “O Mundo do Karão”. Ele tem textos publicados no livro “É Duro Ser Cabra na Etiópia”, projeto editorial de Maitê Proença. Idealizador, junto com Luis Lobianco, do coletivo Buraco Show, que movimentou a Lapa de 2012 a 2018.
Anja Bittencourt
“As Sete Vidas de Alva” é o terceiro monólogo da atriz Anja Bittencourt. Ela fez muitas comédias de sucesso como “TV Sátira”, com Heloísa Périssé e Lúcio Mauro Filho; “Nunca Te Vi, Sempre Te Amei”, ao lado de Rodolfo Botino e “Boeing Boeing”, com Monica Martelli. No cinema fez “Carlinhos e Carlão” com Luiz Lobianco. Na internet, pode ser vista em diversas cápsulas do Porta dos Fundos. Na TV trabalhou nas novelas “O Sétimo Guardião” e “Malhação – Toda Forma de Amar”, dentre outras.
Ramon Botelho
Ramon Botelho escreveu e dirigiu, anteriormente, outras peças sobre mulheres. “Visitando Camille Claudel”, sobre a escultora francesa, e “Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita”, que conta a trajetória da catadora que escrevia em papéis encontrados no lixo e virou uma grande escritora. Ambas as peças seguem, há anos, viajando pelo Brasil.
Luis Teixeira Mendes
O fotógrafo Luis Teixeira Mendes foi proprietário da lendária Paradise Vídeo, locadora preferida de cinéfilos, artistas e intelectuais. É especialista em fotografia de rua, e apaixonado pelo Rio de Janeiro. Em 2018 realizou a exposição “Crônica Carioca de Um Rio Particular”, no Museu da República. Sucesso de crítica. Bateu recorde de permanência e público. EM 2019, outra exposição: “Crônica de Uma Cidade Amada” no Palácio Tiradentes. Novamente teve recorde. As duas tiveram curadoria do Mestre Walter Firmo.
FICHA TÉCNICA:
Realização: Rotunda e Bambolina Produções Artísticas LTDA
Texto: Sidnei Oliveira
Direção: Ramon Botelho e Sidnei Oliveira
Atuação: Anja Bittencourt
Coordenação Geral: Ramon Botelho
Produção: Luiz Fernando Orofino
Assessoria de Produção: Gabriela Calainho
Cenografia: Gigi Barreto
Figurinista: Juli Videla
Iluminação: Letícia Guimarães e Livs Ataíde
Trilha Sonora: Lúcio Zandonadi
Programação Visual: Rafael Pascoal
Fotografia de Divulgação: Dalton Valério
Visagismo: Andreia Jovito
Controller Financeiro: Dudu Colombiano
Assessoria de Imprensa: Maria Fernanda Gurgel
Montagem e Operação de Luz: Fábio Schuenck
Cenotécnico e Contrarregra: Guilherme Xavier
Produção de acessibilidade: Conecta Acessibilidade
SERVIÇO:
A peça gravada “As Sete Vidas de Alva” com acessibilidade por legendas e a exposição “Crônicas da Terceira Idade”, do fotógrafo Luis Teixeira Mendes, ficarão disponíveis, gratuitamente, com horário livre e, de 1º a 12 de abril, na página do projeto: www.facebook.com/assetevidasdealva
As lives acontecerão na página do projeto no Instagram: @assetevidasdealva
Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, apresentam o espetáculo:“RUGAS", uma comédia dramática com direção do mestre Amir Haddad com as atrizes Claudiana Cotrim e Vanja Freitas.
As atrizes Claudiana Cotrim e Vanja Freitas vivem em cena uma série de personagens que mostram como a velhice pode ser criativa e poderosa, instigando a plateia (agora virtual) com as perguntas: ‘o que você vai ser quando envelhecer?’ ou ‘quando você se sentiu velho pela primeira vez?
Claudiana e Vanja já pesquisam o “tornar-se velho” há algum tempo. A dupla realizou centenas de entrevistas com pessoas de 40 a 80 anos. Esse material chegou às mãos do dramaturgo Herton Gustavo Gratto, que escreveu a comédia dramática ‘Rugas’. Com direção do premiado Amir Haddad,“Rugas” estreou na FITA (13ª Festa Internacional de Teatro de Angra em setembro de 2018. Fez mais de dez temporadas de enorme sucesso de público no Rio de Janeiro, e agora desembarca no mundo virtual.
“Este é um assunto importante, tocante e delicado. Mas também bastante perigoso. Qualquer resvalo para o melodrama poderá colocar atores, personagens e a plateia num beco sem saída. Não somo eternos. Seria insuportável se fôssemos. Por isso a vida, assim como o teatro, tem que ser vivida até o fim. Como se fôssemos eternos. Eternamente velhos, eternamente novos”, avalia o diretor Amir Haddad.
A história do espetáculo gira em torno de uma cientista gerontóloga que estuda o envelhecimento e quer fazer o tempo parar. Para isso, vai estudar no exterior e quase não tem mais contato com sua mãe. Até que um dia, durante a palestra mais esperada de sua vida, recebe um telefonema da cuidadora dizendo que a mãe está muito doente e precisa ver a filha. O que ela vai fazer?
Músicas como ‘Meu mundo caiu’, eternizada por Maysa; ‘Fascinação’, famosa na voz de Elis Regina; ‘Bodas de Prata’, de Maria Bethânia e ‘Que será’, da Doris Day, sucesso dos anos 50, permeiam o espetáculo.
Sinopse - Cientista que deseja fazer o tempo parar reencontra a mãe idosa e reflete sobre o envelhecimento.
Claudiana Cotrim- Atriz e idealizadora, Diretora e Preparadora Corporal, formada pelo Centro de Artes Cênicas do MA. Desenvolveu a pesquisa “A autonomia do ator em cena”. Ministra oficinas de teatro, de ‘Postura e Oratória’(Metodologia própria). Experiência em Teatro, Cinema e TV (“De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti; TV tItItI, Chamas da Vida, Salve Jorge, etc. Criou o projeto Teatro na Côrte, (apresentações cênicas em espaços extra cotidianos). Ganhou o prêmio de melhor atriz em 2011 com o espetáculo solo “Medeia” no 18º Festival Nacional de Monólogo Ana Maria Rêgo) etc.
Vanja Freitas - Atriz e idealizadora, formada na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, faz teatro, televisão e cinema. Trabalhos: Álbum de família, direção de José Possi Neto. Clipe: Contatinho, direção de Brivilati. Cinema: 21, Mão na cabeça, direção de Milton Alencar. Dirigiu ‘'O Rinoceronte’ de Ionesco e cenas da peça ‘ Vestidos de Noiva’, ambos no Teatro Sesc da Tijuca. Participações: Malhação, A dona do pedaço. TV Globo.
FICHA TÉCNICA:
Idealizadoras do projeto:Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Texto:Herton Gustavo Gratto
Direção: Amir Haddad
Elenco:Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Designer de Luz: Marcelo Camargo
Figurino, cenografia e adereços: Lorena Sender
Trilha Sonora: Máximo Cutrim
Preparação corporal: Claudiana Cotrim
Preparação vocal: Vanja Freitas e Waldo Piano
Coreografia: Mario Cardona
Fotografia e Sonoplastia: Ana Clara Cantanhede
Fotos de cena:Christina Amaral, Paulo do Vale e Ana Clara Cantanhede
Vídeos do espetáculo: Paulo do Vale, Breno Braga, Ana Clara Cantanhede, Gustavo Barbosa e Felipe de Holanda
Operação de luz:Brisa Lima
Designer Gráfico:Luis Monteiro (Conceito Comunicação Integrada)
Assessoria de Imprensa: Maria Fernanda Gurgel
Coordenação de Mídias Sociais:Camila Pinheiro
Intérpretes de Libras: JDL Traduções
Edição e finalização de som e vídeos:Captura Produções
Produtores associados:Claudiana Cotrim, Vanja Freitas e Sandro Rabello.
Direção de Produção: (Sandro Rabello - D!ga Sim Produções)
Realização:Claudiana Cotrim
SERVIÇO:
RUGAS um espetáculo sem botox
Temporada: 25 a 31 de março. (Haverá debate com as atrizes nos dias 25 e 31 de março, às 20h).
Canal:YouTube oficial de Rugas 24h por dia (https://abre.ai/rugasapeca)
Acesso GRATUITO
Duração: 1h05
Classificação indicativa: Livre.
Assessoria de imprensa: Maria Fernanda Gurgel
(21) 99999-9263 |mfgurgel.assessoria@gmail.com
Escola que formou gerações de atores se aproxima das celebrações dos 70 anos.
Ernesto Piccolo participou de live sobre os 70 anos do Tablado com Cacá Mourthé, sobrinha de Maria Clara Machado.
POR QUE A SOCIEDADE AINDA SE CHOCA QUANDO IDOSOS FALAM SOBRE AFETO, DESEJO E SEXO? PRECONCEITO OU MEDO DE ENCARAR UM TEMA TÃO DELICADO? A PEÇA “SÓ ACABA QUANDO TERMINA – CRÔNICAS DO DESEJO NA VELHICE” ESTREIA DIA 19 DE OUTUBRO NA PLATAFORMA ZOOM.
Neste mês de outubro estreia virtualmente a peça "Só Acaba Quando Termina – Crônicas do Desejo na Velhice" de Tania Celidonio, com direção de Marcos França e com os atores Roberto Frota, Anja Bittencourt e Vanja Freitas. O link para o zoom do espetáculo vai estar disponível a partir de 15 de outubro no hotsite da peça: https://soacabaquandotermina.carrd.co
Quantas pessoas se recusam a admitir que idosos também sentem desejo e fazem sexo? O argumento é sempre o mesmo: pais ou avós não fazem mais “esse tipo de coisa”. E se fizerem são tachados de senis. Para muitos jovens as pessoas mais velhas devem ficar em casa de chinelo assistindo TV. Erotismo? Só no cinema.
A escritora francesa Simone de Beauvoir fez um alerta no livro A Velhice, de 1970: “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam”. É como se idosos não tivessem o direito de sentir paixão ou ciúme. E ainda fossem obrigados a dar exemplo de virtude e bom comportamento. “Antes de tudo, exige-se deles a serenidade; afirma-se que possuem essa serenidade, o que autoriza o desinteresse por sua infelicidade”, afirma a escritora.
“Já vi esse filme e não gostei”, comenta a autora Tania Celidonio. “E é contra esse estado de coisas que estamos levantando a poeira da velhice”. Nas janelinhas do Zoom duas atrizes (Anja Bittencourt e Vanja Freitas) e um ator (Roberto Frota) expõem a força e a fragilidade da velhice diante de uma sociedade obcecada por corpos jovens e com um olhar preconceituoso sobre a sexualidade dos idosos. “A peça parte do desejo e do sexo para falar sobre como a sociedade e nós mesmos encaramos a velhice”, explica o diretor Marcos França. “O sexo é um estopim, um mote para discutir outras ideias sobre o envelhecimento”, conclui.
Em 2017 e 2018, a jornalista Tania Celidonio fez uma pesquisa pela internet com 250 idosos sobre a importância do sexo e do desejo para uma geração que foi jovem nos anos 1960 e 1970 e envelhece nestes primeiros anos do século 21. Os depoimentos deram origem ao livro Mistérios da Libido na Velhice (Amazon), uma amostra significativa do que acontece na realidade e no imaginário de pessoas maduras que raramente falam ou são ouvidas sobre desejo, afeto e sexualidade.
A partir dos depoimentos que recebeu Tania escreveu a peça "SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Desejo na Velhice", que estreia dia 19 de outubro, às 21 horas na plataforma Zoom, ficando em cartaz até o dia 9 de novembro, sempre às segundas-feiras.
Em cena, os três atores falam sobre amor, desejo e sexo com naturalidade, mesmo quando abordam temas mais cabeludos como masturbação, ciúme, tesão ou falta de tesão, impotência, orgasmo e as dificuldades para namorar e transar depois dos 60". "Precisamos combater o preconceito e a invisibilidade da velhice. Já sabemos que as dúvidas e a falta de serenidade vão nos acompanhar até o último suspiro”, diz Tania.
DIREÇÃO - MARCOS FRANÇA é diretor teatral, ator, produtor cultural e dramaturgo. Realizou os espetáculos musicais AQUARELAS DO ARY (2007/2008); AI, QUE SAUDADES DO LAGO! (2006) e A NOITE É UMA CRIANÇA (2004), sempre com foco em compositores nacionais. Em 2017 escreveu (com Hugo Sukman) e dirigiu DEIXA A DOR POR MINHA CONTA – UM MUSICAL SOBRE A OBRA DE SIDNEY MILLER. Em 2018 encenou COM AMOR, VINICIUS, com direção de Ana Paula Abreu. Em 2019 dirigiu o espetáculo E SE MUDÁSSEMOS DE ASSUNTO? de Renata Mizrahi. Em 2020 dirigiu VIRA VIRA VOLTA, infantil de Renata Mizrahi.
TEXTO - TANIA CELIDONIO é jornalista e roteirista desde 1977. Trabalhou como repórter e editora nas TVs Cultura e Record, e nas rádios Globo e Eldorado, em São Paulo. Dirigiu e roteirizou programas e documentários para emissoras e produtoras de audiovisual de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018 publicou o livro digital Mistérios da Libido na Velhice, resultado de uma pesquisa realizada com 250 pessoas em 2017 e 2018. Agora, em 2020, é a autora do espetáculo Só Acaba Quando Termina – Crônicas do Desejo na Velhice, direção de Marcos França.